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Histórias, há-as por todo o lado, a rua está cheia delas, as esquadras, os tribunais correccionais, a vida de cada um, toda a gente tem uma história [...] deixei de ser escritor para me tornar um cronista – o resto tem um núcleo saboroso na língua de Louis Ferdinand Céline – [...] Alors j’ai mis ma peau sur la table, parce que, n’oubliez une chose, c’est que la grande inspiratrice c’est la mort. Si vous ne mettez pas votre peau sur la table, vous n’avez rien. Il faut payer.
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Entrevista com Louis e André Brissaud, Radio-Télevision Française, 1959

