S/a Pálpebra da Página

Outubro 2, 2008

dos poemas intemporais – do fim

Arquivado em: Poetry — casoual @ 4:50 pm
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qual bravo aportando
dos cancans europeus. o céu
fizera-o míope.

que viesses e nos
encontrássemos, tu
sem perfumes, eu
neste banco de
pedra, vês,
à espera, fruindo
sem infernos
a vida.

porque nus resvalamos para
um grande
silêncio. o resto
é instinto de
morte, o
medo da
espera.

o não
e
o
sim

Imagem: composição com fotograma de O Sacrifício, Tarkovski

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